PCDF prende segundo suspeito de envolvimento na morte de casal em Ceilândia
Nova prisão ocorreu nesta quarta-feira (14); polícia investiga a dinâmica e a motivação do duplo homicídio
PCDF prende segundo suspeito de envolvimento na morte de casal em Ceilândia. A motivação e a dinâmica do crime continuam sob investigação. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, nesta quarta-feira (14), o segundo suspeito de envolvimento na morte de Larissa Rodrigues de Paula e Arlandson de Sousa Alves, conhecido como Alan Tons. O casal foi encontrado morto a tiros dentro de casa, em Ceilândia, no último domingo (11). metropoles.com
As informações disponíveis até o fechamento desta matéria não detalhavam a identidade do novo detido, o local da prisão nem qual teria sido sua participação no crime. A captura, entretanto, amplia a investigação e indica que a polícia trabalha para esclarecer a possível atuação de mais pessoas no duplo homicídio.
Os corpos das vítimas foram encontrados em uma residência localizada na QNM 22. Desde então, investigadores buscam reconstituir os momentos anteriores aos disparos, identificar a motivação e reunir elementos que esclareçam como o crime foi executado. metropoles.com
Primeiro investigado está preso preventivamente
O primeiro suspeito detido é João Victor Rodrigues Alves de Oliveira, de 22 anos, vizinho do casal. Ele se apresentou à 15ª Delegacia de Polícia, negou participação nas mortes e apresentou uma versão sobre onde estaria no momento do crime.
Segundo informações atribuídas à investigação, testemunhos teriam colocado em dúvida o relato apresentado. A prisão foi posteriormente convertida em preventiva, mantendo o investigado à disposição da Justiça. noticias.uol.com.br
Uma das linhas investigativas considera a possibilidade de vingança. Larissa e Alan teriam interferido em episódios de violência doméstica envolvendo o primeiro suspeito e sua companheira, inclusive acionando as autoridades. Essa hipótese ainda depende da conclusão das investigações. metropoles.com
Com a segunda prisão, a PCDF deverá aprofundar a apuração para definir a participação atribuída a cada investigado e esclarecer se houve planejamento ou colaboração na execução do casal.
Os detidos são considerados suspeitos, e a responsabilidade criminal somente poderá ser estabelecida ao final do processo, respeitados o contraditório e a ampla defesa.




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