DF leva emissão de identidade, exames de DNA e assistência jurídica a escolas de ensino especial

Mutirão da Defensoria Pública será realizado nos dias 17 e 18 de setembro, na Asa Sul, e atenderá gratuitamente estudantes, familiares e profissionais da educação

Metrópoles
DF leva emissão de identidade, exames de DNA e assistência jurídica a escolas de ensino especial Mutirão leva documentação, exames de DNA e assistência jurídica gratuita à comunidade de escolas de ensino especial do DF.

Estudantes, familiares e profissionais de duas unidades de ensino especial do Distrito Federal terão acesso gratuito a serviços de documentação, assistência jurídica e cidadania nos dias 17 e 18 de setembro. A ação integra a 19ª edição do programa Defensoria nas Escolas, promovido pela Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF).

O atendimento será realizado das 9h às 16h no Centro de Ensino Especial 2 de Brasília e no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV), ambos localizados na Asa Sul. A proposta é aproximar serviços públicos de famílias que, muitas vezes, enfrentam dificuldades adicionais para acessar diferentes órgãos presencialmente.

Nova identidade e exame de DNA

Entre os serviços previstos está a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), realizada em parceria com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

Também serão disponibilizados exames gratuitos de DNA, além de orientação e atendimento jurídico relacionados ao reconhecimento voluntário de paternidade.

A programação contempla ainda demandas relacionadas a pensão alimentícia, guarda de filhos e regulamentação de visitas, ampliando o alcance do mutirão para questões que interferem diretamente na organização e na segurança jurídica das famílias.

Atendimento também alcança famílias e mães atípicas

A iniciativa não ficará restrita aos estudantes. Familiares e profissionais da educação também fazem parte do público atendido.

A programação contará com serviços do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e da Secretaria de Atendimento à Comunidade (SEAC). Entre as atividades anunciadas estão ações de cuidado destinadas a mães atípicas.

A escolha de escolas de ensino especial reforça uma dimensão importante da iniciativa: levar o serviço até o público, em vez de depender exclusivamente do deslocamento das famílias entre diferentes órgãos.

Programa acumula milhares de atendimentos

Os números divulgados mostram que o projeto ganhou escala. Segundo informações da Defensoria Pública citadas pelo Metrópoles, as 18 primeiras edições registraram 19.902 atendimentos, enquanto ações de educação em direitos alcançaram 21.600 pessoas.

O balanço também aponta 171 escolas inseridas, 49.604 pessoas beneficiadas e 428 ações realizadas desde o início das atividades.

Mais do que a quantidade de atendimentos, a iniciativa evidencia uma questão recorrente na prestação de serviços públicos: documentação civil, orientação jurídica e assistência social precisam ser acessíveis também às pessoas que encontram maiores barreiras para chegar até o Estado.

Serviço

Quando: 17 e 18 de setembro

Horário: das 9h às 16h

Público: estudantes, familiares e profissionais das unidades participantes

Serviços: CIN, exames de DNA, segunda via de certidões, orientação jurídica, reconhecimento de paternidade, pensão alimentícia, guarda, regulamentação de visitas e assistência social.




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